domingo, julho 23, 2006

Fragmentos

Se te contar que as linhas do teu rosto se refugiam no sono e que nos sonhos existe um lugar onde as pontas dos dedos dos pés deixam as pegadas da saudade, para que se possa sempre regressar, talvez sintas curiosidade de adormecer um dia...
Aqui, aguardo o fim das frases soltas que nunca terminam em ponto,e não o desejo de um dia voltar a adormecer nos teus braços.
E mesmo sabendo que a escuridão não faz a noite,
Nem o sol faz nascer o dia.
Eu continuo...
Em silêncio,
...à tua espera.

quinta-feira, julho 20, 2006

Lições

Saberemos que o amanhã existe, se entre os dias de chuva prendermos o sorriso?
Saberemos amanhecer depois dos pesadelos das noites frias, ausentes da ternura que nos aconchega e une?
Saberemos remar quando a maré da dor é testemunha principal de uma vida sem destino traçado, num recomeço já marcado pelo fim?

sexta-feira, julho 14, 2006

Não acredito no amor. Dane-se.