Apenas pó
Já se fazia tarde e eu teimava em bailar na noite escura e não sentia frio.
Tu eras a memória presente. Ausente.
Eu era pó
montes e montes de pó de sonhos sem fim
Estava escuro, tão escuro que todas as coisas pareciam iguais
Nada as defenia, mas eu não queria saber
bailava, sorria e não sentia frio, não sentia medo
Tu eras a memória ausente. Presente.
Eu era pó
montes e montes de pó.
Tu eras a memória presente. Ausente.
Eu era pó
montes e montes de pó de sonhos sem fim
Estava escuro, tão escuro que todas as coisas pareciam iguais
Nada as defenia, mas eu não queria saber
bailava, sorria e não sentia frio, não sentia medo
Tu eras a memória ausente. Presente.
Eu era pó
montes e montes de pó.

0 Comentários:
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial