Eco
Tenho as palavras a ecoar no horizonte como uma carta que é escrita por dentro, pela alma
Não adianta gastar tudo num beijo nem cobrir as manhãs de amor
Há um tempo que (sempre) pára em mim
Um filme a preto e branco que não termina, não tem fim.
Tem uma ponta de silêncio que (me) incomoda
Incrivelmente escondida na brisa que o vento faz
Não adianta gastar tudo num beijo nem cobrir as manhãs de amor
Há um tempo que (sempre) pára em mim
Um filme a preto e branco que não termina, não tem fim.
Tem uma ponta de silêncio que (me) incomoda
Incrivelmente escondida na brisa que o vento faz

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