Sentido

Perco-me no sentido das coisas que fazem sentido.
Danço ao sabor de um vento que avança na noite fria...
Quero que chova!
Sim! Que chova...
Quero sentir o meu cabelo pesado e molhado
Quero que as pingas da chuva soletrem as letras do que morre a cada segundo, uma por uma
Quero enganar os dedos dobrados que prendem um mundo inteiro em mim.
Quero que não exista o que ficou por dizer
Não existe!
Não existe!
Não existe!
Quero roubar o sentido das palavras
Repeti-las vezes sem conta para que não façam sentido.
Quero começar pelo fim para não ter de voltar ao inicio.
Danço ao sabor de um vento que avança na noite fria...
Quero que chova!
Sim! Que chova...
Quero sentir o meu cabelo pesado e molhado
Quero que as pingas da chuva soletrem as letras do que morre a cada segundo, uma por uma
Quero enganar os dedos dobrados que prendem um mundo inteiro em mim.
Quero que não exista o que ficou por dizer
Não existe!
Não existe!
Não existe!
Quero roubar o sentido das palavras
Repeti-las vezes sem conta para que não façam sentido.
Quero começar pelo fim para não ter de voltar ao inicio.

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