quinta-feira, setembro 17, 2009

Escrever (te)

Sem saber bem o que dizer, escrevo (te) e invento-me em palavras sem sentido.
Ao longe, bem lá no fundo da linha do infinito permanecem as (tuas) mãos sobre o tempo que nos escapa.
Acompanha-me.
Nada existe, nada pode, nada prende, nada aperta o coração.
O tempo que me escurece os dias realça as letras do teu nome,
Já não (me) invento em palavras.
Alimento-me de Amor e escrevo (te)

1 Comentários:

Blogger zuquizen disse...

lindo!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 21 setembro, 2009  

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