O Desenho
Não sei explicar a dormência dos dedos se à porta permanecem os poemas sentados confortavelmente no esquecimento fingido da alma.
Na parede, invisível aos olhos de tantos...O desenho que fizeste a giz, de tudo aquilo que sou.
Nunca te disse, mas acho que ficou perfeito!
A luz, a frieza, o canto mais quente, o negro, a loucura sobre a carne tocada, o significado das coisas mortas, a voz, o cheiro, o sorriso...
No final, sempre o sorriso... que invade o silêncio de palavras guardadas, ditas, esquecidas, embaladas noutro mundo...noutros mundos...
Longe de mim
Longe de ti
Longe do que vive
Na parede, invisível aos olhos de tantos...O desenho que fizeste a giz, de tudo aquilo que sou.
Nunca te disse, mas acho que ficou perfeito!
A luz, a frieza, o canto mais quente, o negro, a loucura sobre a carne tocada, o significado das coisas mortas, a voz, o cheiro, o sorriso...
No final, sempre o sorriso... que invade o silêncio de palavras guardadas, ditas, esquecidas, embaladas noutro mundo...noutros mundos...
Longe de mim
Longe de ti
Longe do que vive

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