Paragem no Tempo
Se te dissesse, baixinho...
Entre a brincadeira e o tom sério
de quem brinca com o destino
que a loucura é um pé-de-vento que se aproxima ao anoitecer...
Paravas... por uns segundos?
Se eu te falasse, baixinho...
De sonhos sem significado
Do que se alimenta o medo
Da caminhada sobre a linha fina
que divide o Amor do resto...
Paravas... por uns minutos?
Se te contasse, baixinho...
Que em cada esquina
Em cada canto
Em cada gota que se esgota no peito
Surge uma palavra, surge um poema
Ainda que torto, ainda que incerto...
Paravas...por umas horas?
Se baixinho te dissesse
Que ninguém quer o que não entende
E um bolso vazio não serve para guardar a noite
Se te dissesse...
Paravas...o tempo?
Entre a brincadeira e o tom sério
de quem brinca com o destino
que a loucura é um pé-de-vento que se aproxima ao anoitecer...
Paravas... por uns segundos?
Se eu te falasse, baixinho...
De sonhos sem significado
Do que se alimenta o medo
Da caminhada sobre a linha fina
que divide o Amor do resto...
Paravas... por uns minutos?
Se te contasse, baixinho...
Que em cada esquina
Em cada canto
Em cada gota que se esgota no peito
Surge uma palavra, surge um poema
Ainda que torto, ainda que incerto...
Paravas...por umas horas?
Se baixinho te dissesse
Que ninguém quer o que não entende
E um bolso vazio não serve para guardar a noite
Se te dissesse...
Paravas...o tempo?

1 Comentários:
Tenho saudades de quando o tempo nao voava...de quando parecia que demorava anos passar...
Tenho saudades de quando achava que me sobrava sempre tempo para tudo...
Tenho saudades de nao sentir a vida fugir-m por entre os dedos sem fazer nada para k TODOS os momentos tenham significado...
Tenho saudades de quando conseguia dizer que o mundo era perfeito...
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