Não te chamo

Não quero explicar a razão
de desenterrar o que não me pertence
nem alicia,
Nem me apetece sequer
Na verdade
Não te chamo...
Morres muito antes de nascer em mim.
E entre formas diferentes
O sorriso
de te ter aqui... perto... junto a mim.
E num movimento coser as palavras no peito
E no outro cerzir os sentidos,
para que ninguém te veja,
para que ninguem te sinta,
Aqui... perto... junto a mim.
Não me peças para explicar
O que nem sequer queres saber
Na verdade
Não te chamo,
Na verdade não te quero,
Morro muito antes de nascer em ti.

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